quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
Selo do Brasil, vaqueiro
A arte, assinada por Martha Poppe, retrata o vaqueiro em plena atividade no pasto, interagindo diretamente com o gado.
Na composição, o vaqueiro aparece montado a cavalo, lançando o laço em direção ao bovino, cena que simboliza habilidade, força e domínio das técnicas tradicionais da lida campeira. O movimento captado na ilustração confere dinamismo e autenticidade à representação do ofício.
Este exemplar integra a série ordinária Tipos Regionais Mais Característicos do Brasil, emitida em 1977, na qual o vaqueiro representa a Região Sul, destacando a importância histórica e cultural da pecuária para a formação econômica e social dessa área do país.
A estampa foi impressa em papel couché gomado, característica técnica comum às emissões postais brasileiras do período, valorizando o acabamento e a durabilidade do selo.
Data: 05.06.1977
RHM: 561
Denteação: 11½ x 11
Tiragem: ilimitada
Pecuária
Dando continuidade ao tema do trabalho rural e da pecuária, o selo da Nicarágua destaca a criação de bovinos, atividade essencial para a economia e para a identidade cultural do país. Assim como o selo brasileiro de 1977 que homenageia o vaqueiro, esta emissão evidencia a relação histórica entre o homem, o campo e o gado.
A cena representada valoriza a pecuária bovina, base tradicional do sustento de comunidades rurais nicaraguenses, reforçando a importância do manejo do rebanho e do saber transmitido entre gerações. O selo estabelece um diálogo visual e temático com a filatelia brasileira ao retratar o cotidiano do campo como elemento formador das sociedades latino-americanas.
Ao unir diferentes países sob um mesmo eixo temático, a filatelia revela como a criação de bovinos e o trabalho dos homens do campo ultrapassam fronteiras, tornando-se símbolos comuns de resistência, tradição e desenvolvimento regional.
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