sexta-feira, 5 de novembro de 2021
Selo do Brasil Carruagem dos correios
O selo brasileiro emitido em 1978 retrata a tradicional carruagem de mala postal, um dos meios de transporte que marcaram os primórdios da distribuição de correspondências no Brasil.
Antes do avanço dos veículos motorizados, as carruagens puxadas por cavalos, também conhecidas como diligências do correio, eram fundamentais para levar malotes postais, cartas e encomendas entre cidades e povoados, além de servirem como transporte coletivo de passageiros.
A ilustração criada pelas artistas Lucia T. V. Ramos e Martha Poppe destaca uma carruagem de estrutura simples, com bancos rústicos de madeira, típica do período. O veículo podia transportar até oito passageiros: quatro acomodados no interior e outros três ou quatro em assentos externos. As bagagens e encomendas eram acomodadas no teto da carruagem, prática comum nas viagens longas da época.
Este exemplar integra o conjunto de seis selos da série Evolução dos Transportes Postais, emissão que também celebrou o XVIII Congresso da União Postal Universal, realizado no Rio de Janeiro em 12 de setembro de 1979. A série destaca diferentes etapas históricas do transporte de correspondências, evidenciando a evolução dos sistemas postais e sua importância para a comunicação e integração entre regiões.
O selo foi impresso em papel fosforescente, recurso técnico que facilita a identificação automática nas máquinas de triagem postal, demonstrando o cuidado tecnológico presente nas emissões filatélicas da época.
A ilustração criada pelas artistas Lucia T. V. Ramos e Martha Poppe destaca uma carruagem de estrutura simples, com bancos rústicos de madeira, típica do período. O veículo podia transportar até oito passageiros: quatro acomodados no interior e outros três ou quatro em assentos externos. As bagagens e encomendas eram acomodadas no teto da carruagem, prática comum nas viagens longas da época.
Este exemplar integra o conjunto de seis selos da série Evolução dos Transportes Postais, emissão que também celebrou o XVIII Congresso da União Postal Universal, realizado no Rio de Janeiro em 12 de setembro de 1979. A série destaca diferentes etapas históricas do transporte de correspondências, evidenciando a evolução dos sistemas postais e sua importância para a comunicação e integração entre regiões.
O selo foi impresso em papel fosforescente, recurso técnico que facilita a identificação automática nas máquinas de triagem postal, demonstrando o cuidado tecnológico presente nas emissões filatélicas da época.
Valor: Cr$ 8,50
Data: 20.10.1978
RHM: C-1064
Denteação:11½
Tiragem: 2.000.000
Data: 20.10.1978
RHM: C-1064
Denteação:11½
Tiragem: 2.000.000
Diligência postal
O transporte de correspondências por diligências postais marcou uma fase importante da história das comunicações, quando cartas e encomendas percorriam longas distâncias em carruagens puxadas por cavalos. Esse meio de transporte, essencial antes do surgimento das ferrovias e automóveis, também se tornou um símbolo cultural presente em diversas obras artísticas e literárias.
Em um interessante exemplo dessa ligação entre filatelia e literatura, um selo emitido pela Hungria reproduz a imagem de uma diligência postal inspirada na capa de um romance do escritor Gyula Krúdy. A ilustração remete ao ambiente das antigas viagens por estradas europeias, evocando o romantismo das jornadas em carruagens que transportavam passageiros, malas e correspondências.
Assim, o selo húngaro não apenas retrata um meio histórico de transporte postal, mas também celebra a presença da diligência na literatura e na imaginação cultural, reforçando como a filatelia pode preservar e divulgar diferentes aspectos da história e da arte.
Em um interessante exemplo dessa ligação entre filatelia e literatura, um selo emitido pela Hungria reproduz a imagem de uma diligência postal inspirada na capa de um romance do escritor Gyula Krúdy. A ilustração remete ao ambiente das antigas viagens por estradas europeias, evocando o romantismo das jornadas em carruagens que transportavam passageiros, malas e correspondências.
Assim, o selo húngaro não apenas retrata um meio histórico de transporte postal, mas também celebra a presença da diligência na literatura e na imaginação cultural, reforçando como a filatelia pode preservar e divulgar diferentes aspectos da história e da arte.
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