Acervo de Selos - Selo do Brasil com a máscara Tapirapé
O selo de 1980 exibe a máscara Tapirapé conhecida sob a denominação de ypé ou Cara Grande.
A ilustração de José Coelho retrata a máscara feita de madeira e revestida de plumas de arara e gavião. O artefato caracteriza-se por ter olhos formados por dois orifícios retangulares, nariz feito do relevo talhado na própria madeira e a boca representada por orifícios onde são fixados de forma assimétrica dentes de animais.
A máscara é usada pelos índios somente no dia do ritual e depois é destruída, pois eles acreditam que os espíritos estão nas máscaras.
O exemplar faz parte do conjunto de três selos comemorativos da Série Arte Indígena. O papel é Couché fosforescente gomado.
Valor facial: Cr$ 4,00
Data de emissão: 18/04/1980
RHM: C-1138
Denteação: 11½
Tiragem: 3.500.000
Máscara da Costa do Marfim
As máscaras tradicionais dos povos indígenas brasileiros, como a máscara Tapirapé, revelam a importância desses objetos rituais como elementos de identidade cultural, espiritualidade e representação simbólica em diferentes sociedades.
Em diversas partes do mundo, esse tipo de expressão também está presente em culturas que utilizam máscaras cerimoniais em rituais, celebrações e práticas espirituais.
Na Costa do Marfim, por exemplo, destaca-se a rica tradição das máscaras africanas, associadas a diferentes grupos étnicos e seus contextos sociais e religiosos.
Entre esses exemplos, encontra-se a máscara Bete, ligada ao povo Bété, que integra esse amplo patrimônio cultural africano marcado por simbolismos e funções rituais.
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