quinta-feira, 26 de março de 2026
Selo Numimástica, Moeda Florim do Brasil
O selo que reproduz o Florim do Brasil integra a Série Numismática - Museu de Valores do Banco Central do Brasil e destaca uma das peças mais antigas e emblemáticas da história monetária nacional.
O Florim surgiu em 1645, na cidade de Recife, durante o período do Domínio Holandês no Brasil. É amplamente reconhecido como a primeira moeda brasileira, tanto por trazer o nome “Brasil” quanto por ter sido cunhado em território nacional, um marco fundamental para a numismática do país.
Inicialmente produzido em ouro e com formato losangular, o Florim apresenta em uma de suas faces o valor em algarismos romanos acompanhado do monograma da Geoctroyeede West-Indische Compagnie (GWC), a Companhia das Índias Ocidentais, representado pelas letras entrelaçadas. Na outra face, destacam-se a data 1646 e a inscrição “Brasil”, reforçando sua importância histórica e simbólica.
A arte do selo valoriza cada detalhe da peça de XII Florins por meio da técnica fotográfica de Humberto Moraes Franceschi, que utilizou fundo escuro e iluminação estratégica para evidenciar o relevo e a textura da moeda. A criação artística é de Martha Poppe, resultando em uma composição visual sofisticada e atrativa.
Impresso em papel couchê fosforescente gomado, o exemplar combina qualidade técnica, relevância histórica e apelo visual, tornando-se uma peça de grande interesse para colecionadores e para conteúdos que exploram a conexão entre filatelia, numismática e a formação econômica do Brasil.
O Florim surgiu em 1645, na cidade de Recife, durante o período do Domínio Holandês no Brasil. É amplamente reconhecido como a primeira moeda brasileira, tanto por trazer o nome “Brasil” quanto por ter sido cunhado em território nacional, um marco fundamental para a numismática do país.
Inicialmente produzido em ouro e com formato losangular, o Florim apresenta em uma de suas faces o valor em algarismos romanos acompanhado do monograma da Geoctroyeede West-Indische Compagnie (GWC), a Companhia das Índias Ocidentais, representado pelas letras entrelaçadas. Na outra face, destacam-se a data 1646 e a inscrição “Brasil”, reforçando sua importância histórica e simbólica.
A arte do selo valoriza cada detalhe da peça de XII Florins por meio da técnica fotográfica de Humberto Moraes Franceschi, que utilizou fundo escuro e iluminação estratégica para evidenciar o relevo e a textura da moeda. A criação artística é de Martha Poppe, resultando em uma composição visual sofisticada e atrativa.
Impresso em papel couchê fosforescente gomado, o exemplar combina qualidade técnica, relevância histórica e apelo visual, tornando-se uma peça de grande interesse para colecionadores e para conteúdos que exploram a conexão entre filatelia, numismática e a formação econômica do Brasil.
Valor: Cr$ 25,00
Data: 31.08.1982
RHM: C-1277
Denteação: 11½
Tiragem: 1.500.000
Data: 31.08.1982
RHM: C-1277
Denteação: 11½
Tiragem: 1.500.000
Museu de Valores do Banco Central do Brasil
Dando continuidade à série, outro exemplar apresenta a icônica “Peça da Coroação”, símbolo marcante do Brasil Imperial e da consolidação da soberania nacional sob Dom Pedro I, ampliando a narrativa histórica construída pela filatelia.
Essa conexão entre os selos da série permite ao colecionador percorrer uma verdadeira linha do tempo, desde as primeiras moedas cunhadas em território brasileiro até aquelas que marcaram a consolidação da Independência do Brasil, enriquecendo a compreensão histórica por meio da filatelia.
Essa conexão entre os selos da série permite ao colecionador percorrer uma verdadeira linha do tempo, desde as primeiras moedas cunhadas em território brasileiro até aquelas que marcaram a consolidação da Independência do Brasil, enriquecendo a compreensão histórica por meio da filatelia.
Nenhum comentário
Abrir editor de comentários