sexta-feira, 2 de julho de 2021

Selo do Brasil Correio Rural

O Correio Rural no selo do Brasil
O Correio Rural destaca um importante serviço postal brasileiro voltado ao atendimento das pequenas comunidades e propriedades localizadas na zona rural.

O posto de correio rural é uma unidade criada para facilitar a comunicação do homem do campo, aproximando regiões mais afastadas dos centros urbanos e garantindo o acesso aos serviços postais essenciais.

A arte do selo, assinada por Darlan Rosa, apresenta um envelope aberto que revela uma bela paisagem do meio rural, com campos cultivados, extensas pastagens verdes e um sol radiante iluminando o cenário.

A composição visual transmite a ideia de proximidade, desenvolvimento e integração entre o campo e a cidade, valorizando o papel social dos Correios na vida das populações rurais.

Este exemplar integra o conjunto de dois selos da Série Serviços Especiais da ECT, emissão que evidencia a diversidade e a relevância dos serviços postais no Brasil. A estampa foi impressa em papel couchê gomado, com fosforescência aplicada nas margens, característica técnica que agrega valor filatélico e interesse para colecionadores.

Além de seu valor postal, o selo preserva a memória de uma época em que a correspondência representava um elo fundamental entre famílias, produtores rurais e instituições, reforçando a importância histórica da comunicação no desenvolvimento do país.

Valor: Cz$ 1,00
Data: 20.03.1987
RHM: C-1546
Denteação: 11½ x 12
Tiragem: 3.000.000

Moeda de 1987 | Cz$ 1,00

Moeda brasileira de 1 Cruzado de 1987
Em 1987, a moeda de 1 Cruzado (Cz$ 1,00) fazia parte do cotidiano dos brasileiros e representava o valor exato necessário para adquirir este selo postal e enviar uma correspondência. Cunhada em aço inoxidável, a peça circulou amplamente durante o período do Plano Cruzado e se tornou um importante símbolo da economia brasileira da década de 1980.

Ao relacionar a moeda ao selo, é possível reviver uma experiência histórica autêntica: com apenas Cz$ 1,00, qualquer pessoa podia adquirir o selo, afixá-lo ao envelope e enviar sua mensagem, fortalecendo laços familiares, profissionais e afetivos em uma época em que a correspondência escrita era um dos principais meios de comunicação.

Essa união entre filatelia e numismática resgata a memória de um Brasil em transformação, no qual moedas e selos compartilhavam não apenas o mesmo valor facial, mas também a missão de conectar pessoas, histórias e momentos.

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